16/09/2011

Anna e o Beijo Francês

Hoje estou aqui para postar mais um resenha da fofíssima Aline Marchett. Ela já fez a resenha de Perdida aqui no Viver para Ler e agora vocês poderão ler a resenha de Anna e o Beijo Francês que ela escreveu.



Qualquer garota, em sã consciência, adoraria o fato de ser mandada para estudar na França, a cidade do amor, a cidade luz, com tanta história, garotos bonitos e infinitas coisas legais, certo? Anh... Não! Não Anna Oliphant. Não quando se tem um bom emprego, uma melhor amiga incrível e um namoro prestes a acontecer. Mas seus pais não ligam para isso, então ela é mandada para um colégio interno contra sua vontade. O que Anna não poderia imaginar é que lá, conheceria pessoas tão legais como Ramisha, Meredith, Josh, e principalmente, o charmoso e incrível Étienne St. Clair. Muito menos que se aproximariam tanto a ponto de se tornarem melhores amigos e, bem... Algo mais? Não, não! Afinal, Étienne tem namorada, a ama, tem uma relação estável e nunca a trocaria por ninguém. Trocaria?
Como provavelmente a maioria das pessoas (ou não) eu comprei esse livro pela capa. Ah, só ela já é tão: "Por que ainda eu não conheço Paris mesmo? Em mundo injusto?". Ou seja, além de ser perfeita já te deixa com uma baita vontade de ir para Paris. Depois foi pelas resenhas apaixonantes e por último (acho que devia ter sido por primeiro) o famoso St. Clair. Precisava conhecê-lo!

Eu comecei o livro com uma idéia meio fixa de como seria seu desenrolar, no meio da história, ela já estava de ponta cabeça e no final, foi completamente descartada e eu fiquei simplesmente surpreendida. Por quê? Bem, porque “Anna e o Beijo Francês” não é apenas aquele livro fofo (muito fofo por sinal), romântico e água com açúcar que muita gente deve imaginar. Não gente, ele tem aquele “e a moral da história...”, aliás, você não aprende apenas uma, mas várias coisas com ele. Uma delas é se adaptar a novos lugares, a mudanças e entender o verdadeiro significado da palavra casa/lar.

“É possível que lar seja uma pessoa e não um lugar?” página 195.

A narrativa é ótima, super divertida e te proporciona ótimas risadas. A escrita da autora é perfeita. Os personagens são os mais reais possíveis, tanto como as situações. De certa forma me identifiquei com a Ana, e não foi nem pela “insegurança” que a maioria dos jovens tem, e sim pela mania de limpeza/organização. Vê de pode!

O cenário? Sem palavras. Paris já é incrível, mas a autora foi mais a fundo e conseguiu transportar o leitor para a cidade, com tudo que tem direito, desde sensações a descrições impecáveis. Então quando o livro acabou eu me vi ansiando por mais, porque eu precisava continuar “vivendo” em Paris.

É daqueles livros que você vai devorando as páginas sem nem perceber, porque você necessita saber como a história da Anna vai acabar. Além disso, os capítulos são curtos, o que da um ritmo ótimo ao livro. E tem engana direitinho, porque você sempre fica com a sensação de que leu pouco.

A expectativa de um futuro romance entre Anna e St. Clair te deixa com aquela vontade de ler mais e mais. A relação deles é tão invejável. Eles estão sempre ali um para o outro. Independentemente dos seus sentimentos. Podem até ter seus empecilhos, mas na hora que o problema real aparece, qualquer desentendimento é deixado para trás.

Acho que eu sempre sonhei em ter um amigo como St. Clair, alguém que sempre está ali por você, que até no Ano Novo, no Ano Novo gente, passa a virada com você no telefone. Olha que coisa mais fofa!

Você termina o livro com aquela vontade absurda de ir para Paris no primeiro vôo. De viver tudo o que a Anna viveu. E talvez, quem sabe, conhecer um Étienne da vida. Falando nele, ao contrário de muitos “galãs” com que nos deparamos nos livros, Étienne também possui defeitos, ele não se acha e nem se comporta como o gostosão da escola, é um tanto inseguro e possui seus medos como qualquer um.

O único pesar no livro foi à tradução. Muitos diálogos ficaram sem travessão o que confundiu bastante na hora da leitura. Em certos momentos, eu precisava ler duas vezes para separar o que era diálogo e o que era o pensamento da personagem.

No mais, o livro é incrivelmente doce. E certamente vai te transportar para Paris. Precisa de mais um empurrãozinho? Ai vai ele... Nossa protagonista ama tanto cinema que quer virar uma crítica. Não é perfeito? Pois então, leia “Anna e o Beijo Francês”.

Resenha por Aline Marchett

6 comentários:

  1. Estou louca para ler esse livro, ótima resenha!

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  2. Legal, gostei muito da resenha. Estou concorrendo ao sorteio deste livro em outro blog...tomara que ganhe..eheheh

    bjs

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  3. Gostei bastante da sua resenha *-----*

    http://historiasnaestante.wordpress.com/

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  4. Aaaah, que fofa vc Anaaa. *---*
    Obrigada pela resenha e pelo "fofíssima". HAUSHAUAH
    Anna e o Beijo Francês é um livro tão doce e tão divertido.
    Me deu até vontade de reler ele agora. :D

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  5. Nossa, adorei a resenha!

    Só tenho lido criticas positivas sobre esse livro, e estou doida pra ler!

    E ainda com a história se passando em Paris, deve ser lindo!

    Beijosss

    www.huntersculture.blogspot.com

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  6. Eu comprei esse livro pelas resenhas e Anna e o beijo frances nao é um livro é um passaporte para paris é um livro perfeito li em 1 semana 1 SEMANA kkkk amei bem que podia ter uma continuaçao ne?

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