18/07/2012

Química Perfeita

Química Perfeita começa como um livro normal, aquela velha história: menina rica apaixonada por garoto pobre. Mas a cada página virada percebemos que a história é muito mais do que isso.

A vida de Brittany, a protagonista do livro, é aparentemente perfeita. Ela é linda, rica, popular. Mas o que a maioria das pessoas não sabe é que sua irmã, Shelley é deficiente e por isso seus pais apostam todas as suas fichas em Brittany, a filha “perfeita”.
Alex tem uma vida complicada. Ele veio do México para os Estados Unidos com sua família, seu pai morreu e ele entrou para a gague Sangue Latino para proteger seus familiares.

Alex e Brittany vivem em mundos completamente diferentes, mas que estão prestes a se cruzar. E apesar das diferenças, esses dois têm mais em comum do que imaginam.

Química Perfeita é um livro que já começou a chamar minha atenção no título. Eu sou estudante de Engenharia Química e, portanto sou apaixonada por química. E o mais legal é que a química não fica apenas no título, não. Afinal, a história de amor de Alex e Brittany começa em uma aula de química.

Quando comecei a ler o livro foi impossível não me apaixonar pela história que ele conta. Principalmente porque não é uma historia totalmente fictícia. É a vida real. Quantas pessoas por aí tem familiares, amigos com alguma deficiência? E quanto às drogas? São assuntos que estão extremamente presentes no dia a dia de muitas pessoas.

Esse é um livro que me fez refletir sobre a vida, sobre o mundo, as injustiças, os problemas. É um livro com conteúdo e uma história linda. Vale à pena cada página. E quem adora química tanto quanto eu vai gostar ainda mais do final, que não podia ser mais perfeito!

16/10/2011

Sete Vidas

Ontem foi um dia MARAVILHOSO! Como eu postei aqui no blog algumas semana atrás, sábado foi o evento do livro Sete Vidas, das gêmeas Mônica e Monique Sperandio, em Curitiba e por sorte eu consegui estar presente. Valeu muito a pena ter ido, me diverti muito! Conheci as gêmeas, que por sinal são muito fofas e simpáticas, a Aline, minha amiga de longa data mas que eu ainda não tinha conhecido pessoalmente e muitas outras pessoas legais.

Vejam o post sobre o  evento no blog Gêmeas Things: http://gemeasthings.blogspot.com/2011/10/evento-de-sete-vidas-em-curitiba-parte.html

E agora, a Aline fez uma resenha ótima do livro Sete Vidas e eu vou postar para vocês lerem e morrerem de vontade de ler Sete Vidas também:

Certa vez, as gêmeas me disseram que ficam nervosas com a opinião de pessoas conhecidas. Mas eu fico me perguntando se elas têm idéia de como o caminho inverso, ou seja, conhecidos escrevendo sobre Sete Vidas, é de dar medo. Medo de não fazer jus a história incrível que elas criaram!

Então vamos lá...

Aprilynne Hills tem uma vida normal como tantas outras garotas considerando o fato de ser órfã e conhecida como a rebelde do orfanato Joy Lenz. Motivo? Bem, April adora quebrar uma regra e aceitar milhares de desafios. O porquê disto parece estar ligado à vontade de, lá no fundo, ter uma família – mesmo que ela nunca admita. Mas ela nunca poderia imaginar que depois de perder uma aposta com sua inimiga Angelique, ir parar no meio da floresta e, graças a uma grande e estranha confusão, ter de se refugiar no fundo de um lago, encontraria lá... Uma garota morta. Como se não bastasse o susto, April começa a ter alucinações, acaba descobrindo poderes nunca imagináveis e, ainda, se vê com uma grande missão – imposta por suas alucinações, sua curiosidade e teimosia – de desvendar mistérios ligados até a deuses do antigo Egito. Nessa aventura, ela contará com a ajuda de poucas e improváveis pessoas.

Eu sempre fui louca pra ler o primeiro livro das autoras e com Sete Vidas, óbvio, não foi diferente. Então lá fui eu comprá-lo na pré venda e fiquei louca de ansiedade esperando chegar. Chegou, dei uns pulos de alegria e fui contar para as meninas. Ok, deixando minha empolgação de lado... Como já era esperado, o livro ultrapassou minha expectativa fácil fácil e me deixou embasbacada. Juro. Eu terminei de ler e fiquei de boca aberta com a qualidade. Na hora eu só conseguia pensar em como essas duas tem potencial para a escrita e em como elas são criativas. Também o orgulho das autoras serem da mesma cidade que eu foi a mil. Tipo... "Existe mesmo gente assim aqui? Uau, isso é demais!" Desculpem o desabafo. Curitibanos ás vezes são muitos... Estranhos. Enfim...

Sete Vidas é um daqueles livros que a sinopse parece revelar muita coisa e no fim das contas não te revela quase nada, onde você cria uma suposição rasa do que pode ser e então embarca no escuro e acaba se deparando com uma história totalmente diferente, impressionante e brilhante. É genial.

O prólogo já vem com a intenção de te deixar curioso, eu fiz milhares de teorias só com aquelas pouquíssimas páginas e errei todas. Porque a idéia que essas duas tiveram é brilhante demais gente! Não canso de repetir. Tudo se encaixa tão bem.

Falando em brilhante... Mergulhada na trama, eu senti como se cada palavra fosse escolhida a dedo, se encaixando perfeitamente a cena. Além disso, da para perceber como cada personagem é fundamental na história, e como foram muito bem construídos.

A personagem principal tem uma garra invejável. Ela passa por grandes sufocos pra descobrir o que quer e em nenhum momento desiste, enfrentando de cabeça erguida as conseqüências.

Os outros personagens também são ótimos, mas preciso ressaltar a Angelique, o que essa garota? Dentre tantas surpresas, acho que a dela foi a mais legal e bem, anh... Surpreendente!

O romance é algo que de primeira, confesso, achei que nem fosse acontecer. Mas então fui surpreendida com um romance fofo e leve. Nada como, "sem você eu não vivo" (não que isso sempre seja ruim), e sim um "vamos aproveitar o momento” (não que seja algo sem importância).

Em muitos momentos do livro eu concordei plenamente com o que a April pensava. Toda essa história de viver sem pais, ser abandonada, é retratado de uma forma muito real. A resistência de se apegar a novas pessoas por medo de te esquecerem ou de não te darem o mesmo valor, para mim, foi mostrada muito bem nesse trecho:

"... Acho que essa coisa de nascer sem pais me deixou assim. Tinha medo de me aproximar das pessoas, porque a verdade é que elas sempre partem. E quando partem... Bem, cresce um buraco em você. E nada que você faça fecha esse buraco.” Página 29

É algo tão verdadeiramente triste. Quem nunca se sentiu assim?

O legal é comparar a April do início do livro, meio que desiluda com a vida e as pessoas, que leva a vida como uma grande ironia, com a do final e eu diria até a do meio do livro, pois é fácil perceber a "transformação”. A mudança é clara e cativante. Conhecemos o lado mais esperançoso, alegre, amoroso e principalmente, mais vivo da nossa protagonista.

Outra coisa legal foi à amizade das meninas do orfanato. Elas estavam unidas de uma forma tão bonita, realmente como uma família. E é aí que eu me decepcionei um pouco com a April. Sim, ela agiu como quase todo personagem heróico de livro e quis poupar as pessoas que ela amava, mas isso nunca acaba bem, certo? Dito e feito.

Um livro cheio de mistérios, aventuras, surpresas, reviravoltas, ótimas tiradas, com capítulos curtos que te fazem cair naquela de: "vou ler só mais um capítulo", com uma narrativa que flui muito bem e com encaixes perfeitos para sua seqüência (Oi investidor!).

Sete Vidas me lembrou da leveza que foi ler de Anna e o Beijo Francês, com a inteligência em torno dos mistérios sobrenaturais de Fallen. Uma mistura perfeita, um livro completo.

Se não bastasse tudo, a diagramação do livro é impecável. Ele é todo trabalhado e muito bem cuidado. No início de cada capítulo têm frases os pedaços de músicas, além de ter referências musicais em todo o livro. Maravilhoso isso.

Então eu queria saber... Quem vai ser o louco de não dar nem uma chance a esse livro?

30/09/2011

Quando cai o raio

Quando eu comprei Quando cai o Raio, primeiro volume da série Desaparecidos, eu mal sabia do que se tratava a história. Quando a questão é livros da Meg Cabot eu compro sem pensar duas vezes, não preciso nem ler a sinopse para saber que vou amar. Eu me surpreendi quando descobri que a história girava em torno de uma adolescente encrenqueira, Jessica, que foi atingida por um raio e passou a saber onde estavam as crianças desaparecidas, cujas fotos estavam estampadas nas caixas de leite. Ela começa a fazer ligações para o disque - desaparecidos e informar o endereço exato onde as crianças estavam. Mas é claro que começaram a desconfiar e um belo dia dois agentes do FBI apareceram em sua escola, seu pai foi chamado, o diretor foi envolvido e assim a história sobre o dom de Jessica foi parar nos jornais, na televisão e ela ficou conhecida por todos. E para piorar sua situação, é claro que tem um garoto no meio. Jessica conheceu Rob durante suas freqüentes tardes na detenção e se apaixonou, mas ele não podia ficar com ela “só” porque está em liberdade condicional. Tem como a vida de Jessica ficar mais complicada? Ah, tem sim. E vocês vão descobrir lendo Quando cai o Raio.

Com essa breve sinopse vocês puderam perceber o quanto a Meg é um gênio? Quantas pessoas já escreveram livros sobre pessoas que foram atingidas por um raio e começaram a achar pessoas desaparecidas? Ninguém! Tenho certeza que ninguém nunca ia ter uma idéia dessas, só a nossa querida Meg Cabot mesmo, com sua imaginação fértil.

Eu sei que vocês já devem estar cansados de me ouvir elogiando-a, mas não tem como ser diferente, é impossível! Eu sou incapaz de achar um único defeito, um único ponto negativo na maioria dos livros dela. Ela escreve maravilhosamente bem, faz a gente sonhar, conhecer novos lugares, torcer pelos personagens. E falando em personagens, a Jessica é uma protagonista ótima, vive se metendo em encrencas e batendo nos meninos da sua escola, mas por uma boa causa: seu irmão é esquizofrênico e ela não deixa barato para quem tira sarro dele. O Rob é um motoqueiro lindo que esteve pronto para ajudar a Jessica quando ela precisou. Jessica além de tudo é muito esperta e conseguiu se sair muito bem no final e nos surpreender. Ela conta sua história de uma maneira muito divertida e a gente fica rindo igual boba em algumas partes. Quando você se dá conta o livro já acabou, uma vez que além de ser bem fininho, a leitura é extremamente agradável. Agora o que me resta é aguardar ansiosamente pelo próximo volume, com a certeza de que a Meg vai me surpreender ainda mais.

21/09/2011

Evento de Sete Vidas


Hoje estou aqui para convidar vocês para participarem de um evento muito especial: o lançamento do livro Sete Vidas!
A Mônica e a Monique Sperandio, as autoras do livro, me fazem ter o maior orgulho de ser paranaense. Afinal, não é todo dia que irmãs gêmeas de apenas 17 anos, curitibanas, conseguem ter seu livro publicado, e não por qualquer editora, mas pela Underworld!
Elas já participaram da Bienal do Livro do RJ, autografando Sete Vidas e fizeram o maior sucesso. Agora é a vez de Curitiba. Eu estou doida para ler o livro e mais ainda para participar do evento (estou torcendo para que eu consiga ir) e conhecer a Mô e a Nick.
Então, se você mora em Curitiba ou em algum lugar próximo você não pode perder essa em hipótese alguma!

Anote aí:
Data: 15 de outubro, sábado
Horário: 18:30
Local: Park Shopping Barigui (R. Professor Pedro Viriato Parigot de Souza, 600, Curitiba)
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